sábado, 13 de outubro de 2012

Nas Palavras de Satanás

Acho esse vídeo bastante forte, e muito claro...
Espero que fale com você!


terça-feira, 9 de outubro de 2012

Luz


Os dias passam, encontramos e desencontramos pessoas. Oportunidades tão grandes de mostrarmos Aquela Luz que um dia nos iluminou. Queremos agir de maneira “legal”, “agradável”, “confortável”. Queremos muitas vezes deixar a pupila espiritual das pessoas ao nosso redor do jeito que está, afinal, não queremos incomodá-las.
Mas querendo ou não, incomodando ou não, a verdade é que essas pessoas continuam andando no escuro, sem saber o que poderão encontrar à frente. Nós temos a luz, ou pelo menos dizemos que a temos. Por que não mostramos?
Penso que mostrar a luz não se trata de fazer escândalos. Iluminar alguém não significa colocar uma lanterna bem perto de um olho acostumado ao escuro. As pupilas irão reclamar bastante, e logo a pessoa será levada a ter aversão à Luz. Mas se, gradativamente iluminarmos a vida de alguém, ela ficará satisfeita e contente, pois poderá ver o que ocorre ao seu redor.
Sim, eu quero brilhar. Sim, eu quero iluminar. Não quero criar aversões a essa Luz tão bela que me guia dia após dia. Mas quero que as pessoas à minha volta sintam o prazer que sinto ao andar nessa Luz.
Por favor, Deus, eu quero brilhar por Ti. Ensina-me a mostrar a Tua Luz da maneira correta às pessoas.
Por favor, irmãos, vamos brilhar… Mesmo que tenhamos que em algum momento irritar algumas pupilas… Será para o bem. O que devemos é pedir a Deus que nos ensine a brilhar, com cada ato, com cada palavra, dentro e fora das rotinas… 
…Precisamos brilhar…
1 João 1:7

sábado, 6 de outubro de 2012

"Oi, Jesus, eu sou o Zé!"

Contam que num velho lugarejo ,cada dia, ao meio dia, um pobre velho entrava na Igreja e poucos minutos depois, saia. Um dia, o pastor lhe perguntou que fazia.
- Venho orar, respondeu o velho.
- Mas é estranho, que você consiga orar tão depressa.
- Bem, retrucou o velho, Eu não sei orar aquelas orações compridas. Mas, todo dia, ao meio dia, eu entro na Igreja e falo: “Oi, Jesus, Eu sou o Zé, vim te visitar”. Num minuto, já estou de saída. É só uma oraçãozinha, mas tenho certeza que Ele me ouve!
  Alguns dias depois, o Zé sofreu um acidente e foi internado num Hospital e, na enfermaria, passou a exercer uma influência sobre todos: os doentes mais tristes, tornaram-se alegres e muitas risadas passaram a ser ouvidas.
- Zé, disse-lhe um dia a enfermeira, os outros doentes dizem que você está sempre tão alegre…
- É verdade, dona enfermeira! Estou sempre alegre! É por causa daquela visita que recebo todo dia. Me faz feliz.
  A enfermeira assim como os outros doentes ficaram atônitos. Já tinham notado que a cadeira encostada na cama do Zé estava sempre vazia. O Zé era solitário, sem ninguém. Quem o visita? A que horas? pois não vejo ninguém! perguntavam-se entre si, pois o Zé sempre tinha um brilho no olhar…
  Foi aí que o Zé respondeu: Todos os dias ao meio dia, Ele vem ficar ao pé da cama e quando olho para Ele, sorri e diz:
- Oi Zé, Eu sou Jesus, vim te visitar!
(anônimo)

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Adorando ao som de...

Gravei há um tempinho atrás... Mas, enquanto não posto as minhas músicas, assitam aí!


ABRAÇA-ME - Jefte Rodrigo




Nakama

E sucedeu que, acabando ele de falar com Saul, a alma de Jônatas se ligou com a alma de Davi; e Jônatas o amou, como à sua própria alma.1 Samuel 18:1
Se trata de algo simples… e complexo que quero compartilhar hoje.
A vida é cheia de relações sociais. Deus, pais, irmãos, primos, tios, subrinhos, colegas, amigos e… Amigos. Sim, porque HÁ SIM uma diferença entre amigos e Amigos. e não estou falando de graus de intimidade. Se trata de outra coisa.
Davi, de certa forma era um impulsivo. Claro, não era um  comum: era um impulsivo cheio da Presença de Deus. Foi lá no campo de guerra entregar uma encomenda do seu pai para seus irmãos, viu Golias humilhando o povo de Deus, o sangue lhe subiu a cabeça, foi lá e resolveu a situação.
E por isso, Jônatas o amou.
E a bíblia ainda diz mais:
E Jônatas e Davi fizeram aliança; porque Jônatas o amava como à sua própria alma.
                                                                                         1 Samuel 18:3-3

E ainda diz:
E Jônatas se despojou da capa que trazia sobre si, e a deu a Davi, como também as suas vestes, até a sua espada, e o seu arco, e o seu cinto.
                                                                                         1 Samuel 18:4-4

Me peguei imaginando agora como seria que Jônatas se sentia. Ele era o filho do rei de Israel, o príncipe! Devia ter todos os mimos possíveis, como também a melhor educação, as melhores refeições, os melhores presentes, as companhias mais sábias e importantes do reino.
O que Jônatas viu então em um pastor impulsivo fedendo a ovelhas?
Imagino-me nessa situação. Ser filho de pastor não é algo que se queira ser. São mutias experiências lindas, mas um trajeto de vida muitas vezes… solitário.
Quem está lendo, e que é filho de alguém com algum cargo de destaque deve saber do que estou falando. Assim espero. Não quero acreditar que sou o único a me sentir assim as vezes.
Quando se está em destaque, ou as pessoas te vêem como algum ‘Super’, ou como o ‘Metido’. Dificilmente há meio termo. 
E lá estava Jônatas… Príncipe de Israel… Rodeado de pessoas. Mas ao mesmo tempo, só.
Dói tanto quando você se sente só, não é mesmo?
Foi então que ele conheceu Davi. Um garoto simples, rude, impulsivo. Sincero.
E o amou. Sem mais, nem menos.
O amou tanto que lhe entregou sua capa, suas vestes, seu arco, sua espada e seu cinto. Desproveu-se por amor a um garoto que acabara de conhecer.Provavelmente, não tinham intimidade alguma até então, mas ele já desistia de coisas suas para dar ao seu mais novo, e talvez, primeiro… Amigo.
Entendo que, isso, é uma Amizade em que há Testificação do Espírito.
E é disso que estou falando quando digo que existem amigos e Amigos. Existem pessoas que, mesmo você não possuindo um grau profundo de intimidade, você sente algo diferente quando olha nos olhos dela, quando está com ela. É algo como um “Sim”, uma espécie de aprovação interior. É algo que não é regido pelas horas de conversas que vocês têm, mas sim pelo Espírito que habita nela e em você. É algo complicado, mas que têm me deixado fascinado nesses últimos dias.
Acredito que foi esse “Sim” que Jônatas ouviu em seu espírito naquele dia.
Também acho que já ouvi esse sim por umas duas ou três pessoas na vida. E, na minha opinião, é algo bom de sentir. Bom não no sentido de ser um sentimento radiante, mas simplesmente é um bom de… Confiança…
Claro, é algo que quero encontrar em mais pessoas pela minha vida.
Agora, fazendo um link com um desenho animado que gosto bastante: One Piece. Resumindo, conta a história de um grupo de piratas que estão em busca de um grande tesouro. Esse bando possui apenas 9 tripulantes, que tem que se virar para manter um grande navio a vela inteiro diante de tantas ameaças.
Cada um é completamente diferente do outro. Pra falar a verdade até brigam bastante entre si. Mas na hora da luta, se unem e formam juntos um grupo indestrutível… Um grupo de nakamas (Nakama significa companheiro em japonês).
A bíblia é cheia de história de nakamas. Adão e Eva; Davi e Jônatas; Daniel Sadraque, Mesaque e Abedenego; Jesus, Pedro, Tiago e João; Paulo e Silas…
Isso apenas mostra que Deus tem sim, em lugares escondidos, tesouros mais valiosos que simplesmente amizades… Ele tem Amizades separadas para nós.
Minha Oração: Que possamos pedir a Deus que Ele nos ajude a descobrirmos onde estão esses Nakamas que Ele fez, especialmente para cada um de nós. Não precisam ser muitos, afinal o que é valioso é raro… Uns 9 ou 10 já está bom demais. Afinal:
Um ao outro ajudou, e ao seu nakama disse: Esforça-te.Isaías 41:6

terça-feira, 2 de outubro de 2012

Casa do Pai

Olá, abençoados!
Esse é um dos meus vídeos cantando...
Esse é meio antigo, mas em breve estarei colocando outros,
e de minha autoria!!!

Fiquem na Expectativa!!!


Força


“…Porque quando estou fraco, então sou forte.” 2 Coríntios 12:10
   Nós, humanos, somos seres espinhosos. E é claro, ser furado por um espinho não é uma experiência que as pessoas gostem de passar. Dói. Machuca. E, por causa disso, muitas vezes preferimos, ao invés de lidarmos com nossos espinhos e com os espinhos dos nossos próximos, preferimos nos afastar deles. Preferimos criar uma espécie de barreira forjada com ferro, revestida de ouro, coberta de titânio e com uma camada de diamante; ou seja, uma camada impenetrável. Então nós a criamos, e permanecemos lá, afinal, estamos seguindo um pensamento lógico de sobrevivência: não queremos nos machucar.
   Nossa imperfeição é o fator que gera esse sentimento de ‘machucado’. Um ser perfeito certamente não se ofenderia com palavras grossas, gestos torpes, traições e outras coisas que… machucam. Mas, como nós não temos essa qualidade de perfeição, temos que aprender todos os dias a lidar com esse sentimento tão ruim.
   A questão é que, muitas vezes, quando nós fazemos essas câmaras impenetráveis, nos acostumamos a estar dentro delas, e começamos a nos orgulhar delas. Falamos com a boca cheia que somos “durões”, e muitas vezes até deixamos de ficar na defensiva e partimos para um ataque. Afinal, se você é forte, tem que mostras as outras pessoas isso, e, nada melhor do que bater em outros para mostrar sua força, não é mesmo?
   Mas o que está acontecendo na verdade, lá dentro da câmara, é que existem seres pequenos, tristes, machucados, chorando, com medo de sair, porque é muito duro para um fraco viver num mundo de “fortes”. E assim prosseguimos a vida: todos fingindo que são fortes e poderosos. Mas apenas fingindo.
   O apóstolo Paulo, certa vez comentou sobre um “espinho na carne”, o que entendemos nos dia de hoje se tratar de alguma fraqueza pessoal, a qual ele não gostava, e que o fez pedir a Deus mais de uma vez para que tirasse dele. Mas, qual foi a resposta que ele recebeu do Pai?
“A minha graça te basta, porque o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza.” 2 Coríntios 12:9
   Opa! Foi isso mesmo que Deus falou? Vamos tentar traduzir essa Sua frase de uma forma mais clara:
“Não manifestarei meu poder para os ‘fortes’, mas sim para os fracos.”
   Chega a ser uma colocação um tanto brutal, não? Nos preocupamos tanto em darmos manutenção às nossas câmaras de proteção, enquanto Deus nos diz uma coisa dessas. É como se tivéssemos sido chamados para ir a uma grande festa, com um grande banquete, mas não vamos, simplesmente porque temos medo de andarmos pela rua. Paulo, ao ouvir isso, aquietou seu coração, e entendeu o seu lugar de criatura, de servo, de filho que depende do Pai. E, por se encontrar em paz, começou até mesmo a sentir prazer nas perseguições e aflições que passava por amor a Cristo.
  É claro, no mundo em que vivemos, sair de nossas câmaras impenetráveis para ir a um banquete que um Amigo nos convidou é um alto risco. Mas esse amigo se encaixa na categoria de Ser Perfeito. E, cá entre nós, um Ser Perfeito jamais deixaria sozinhos, não acham?

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Roupas


“Durante anos, possui um elegante terno, com paletó, calça, e até um chapéu. Considerava-me totalmente garboso nesse conjunto, e estava certo de que os outros eram da mesma opinião.
As calças, talhei-as do tecido de minhas boas obras, fortemente urdido de trabalhos realizados e projetos completados. Alguns estudos aqui, alguns sermões ali. Muita gente elogiava minhas calças, e, confesso, eu tinha a tendência de puxá-las em público para que as pessoas pudessem notá-las.
O paletó era igualmente impressionante; tecido de minhas convicções. A cada dia, eu me vestia em profundo sentimento de fervor religioso. Minhas emoções eram absolutamente fortes. Tão fortes que, para dizer a verdade, muitas vezes eu era solicitado a exibir meu manto de zelo e público, a fim de inspirar a outrem. Claro, eu aquiescia feliz.
Enquanto isso, tinha também de expor meu chapéu - um quepe emplumado de sabedoria, feito por minhas próprias mãos, tecido em fibras de opinião pessoal. eu o usava orgulhosamente.
Certamente, Deus está impressionado com minhas vestes, pensava eu com frequência. Ocasionalmente, empertigava-me em sua presença para que Ele pudesse elogiar meus trajes feitos sob medida. Ele nunca falava. Seu silêncio deve significar admiração, convenci a mim mesmo..
Mas então o meu guarda-roupa começou a deteriorar-se. o tecido de minhas calças esgarçou-se. minha melhor obra, ei-la a desintegrar-se. O que eu fazia já não podia concluir, e o pouco que intentava já não me constituía motivo de orgulho.
Não há problema, pensei. vou trabalhar duro.
Mas o trabalho duro era um problema. Havia um buraco em meu paletó de convicções. Minha determinação estava puída. Um vento frio golpeou-me o peito. Agarrei meu chapéu, e puxei-o firmemente para baixo. A aba rasgou-se e minhas mãos.
após um período de poucos meses, meu guarda-roupa de justiça própria desfez-se completamente. De cavalheiro vestido sob medida, passei a mendigo esfarrapado. receando pudesse Deus agastar-se com meus trapos, remendei-os melhor que pude, e cobri meus erros. as rupas porém estavam muito gastas. E o vento era gelado. desisti. Voltei para Deus. ( O que mais podia fazer?)
Numa quinta-feira invernal, entrei em sua presença, buscando não aplausos, mas aconchego. Minha oração foi débil.
- Sinto-me nu.
- Você está nu. E tem estado assim por um longo tempo.
O que Ele fez a seguir, jamais esquecerei.
- Tenho algo para lhe dar - disse-me Ele. E gentilmente removeu o restante dos fiapos, e apanhou um manto - Um manto real, uma veste de sua própria bondade. Colocou-o em torno de meus ombros. Suas palavras soaram cheias de ternura: - Meu filho, agora você está vestido com Cristo. (ver Gálatas 3:27).”

LUCADO, Max. Nas Garras da Graça.

Velas


Há um autor - Max Lucado - que gosto muito de ler, meditando sobre os seus pensamentos a respeito da Palavra... Eis aí um dos textos dele que me chamou a atenção. Espero que também fale ao seu coração!

"Há algumas noites, algo muito peculiar aconteceu. Uma tempestade cheia de descargas elétricas provocou um blecaute em nossa vizinhança. Quando as luzes se apagaram, procurei caminhar em meio à escuridão até o armário onde guardamos as velas para noites como essa. Peguei o fósforo e acendi quatro delas…
Estava quase voltando com uma grande vela na mão, quando ouvi uma voz dizendo:
– Fique onde está.
– Quem falou isso?
– Fui eu – a voz vinha de perto da minha mão.
– Quem é você? O que é você?
– Sou uma vela.
Levantei a vela para olhar de perto. Você não vai acreditar no que vi. Havia um pequeno rosto desenhado na cera, um rosto que se movia, funcionava, cheio de expressão e vida, e parecia feito de carne.
– Não me tire daqui.
– O quê?
– Já disse, não me tire daqui.
– O que você está falando? Preciso levá-la para outra sala. Você é uma vela, sua função é produzir luz. Lá está escuro.
– Mas você não pode me tirar daqui. Não estou pronta – explicou a vela com olhos suplicantes. – Preciso me preparar melhor.
Eu não podia acreditar no que estava ouvindo.
– Mais preparação?
– Isso mesmo. Resolvi que preciso pesquisar essa função de produzir luz a fm de não sair por aí cometendo uma porção de erros. Você ficaria surpreso se soubesse como o brilho de uma vela inexperiente pode ficar tão distorcido.
– Tudo bem – eu disse. – Você não é a única vela no armário. Vou apagá-la e acender as outras!
Mas, na hora que ia assoprar, ouvi outras vozes.
– Nós também não vamos!
Virei-me e olhei para as outras três velas…
– Vocês são velas e sua função é iluminar os lugares escuros!
– Bem, isto é o que você pensa – disse a vela à esquerda. – Pode pensar que temos a obrigação e ir, mas estou ocupada, estou meditando na importância da luz. Isto é muito esclarecedor…
– E vocês duas? – Perguntei. – Também vão ficar aqui?
Uma vela pequena, gorda e púrpura, com bochechas redondas que lembravam Papai Noel, retrucou:
– Estou esperando para dar um jeito na minha vida. Não estou me sentindo bastante segura.
A última vela tinha uma voz feminina, muito agradável aos ouvidos. – Gostaria de ajudar – explicou – porém não tenho o dom de iluminar a escuridão… Sou cantora. Canto para encorajar outras velas a brilhar mais intensamente.
Então ela começou a entoar uma versão de “Minha Pequena Luz”, e as outras se juntaram a ela enchendo o ambiente de melodias. Virei as costas e considerei o absurdo de tudo aquilo. Quatro velas perfeitamente saudáveis, cantando umas para as outras melodias sobre fornecer luz, porém se recusando a sair do armário."
(Extraído da obra God Came Near, de Max Lucado.)